Foto: Reprodução / Folhapress
Na última sexta-feira(03) foi vetado pelo presidente Luiz Inácio da Silva a lei que cortava o adicional de periculosidade para os caminhoneiros que conduziam veículo com tanque extra.
O texto que chegou à mesa da presidência, alterava um trecho da CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas) onde pontuava sobre adicional de periculosidade em determinadas atividades.
O veto foi publicado no Diário Oficial da União pontuando que a nova lei não tinha critérios e parâmetros sobre a quantidade de inflamáveis que o motorista carregava incidindo na periculosidade ou não.
As últimas decisões na justiça do trabalho envolvendo o risco à vida de motoristas que trafegam com tanques extras que possuem capacidade superior a 200 litros, se mostram favoráveis ao implemento da periculosidade para esses profissionais.
A lei que foi vetada tinha como objetivo acabar com o pagamento de adicional de periculosidade para os profissionais que foi vetada pela presidência.
O veto chegou com alegria para os caminhoneiros que recebem o adicional de periculosidade por grande risco que suas vidas passam durante a jornada de trabalho conduzindo os caminhões com tanques extras.
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