
Cratera aberta no Trecho da MG-133. Foto: PMRv/Divulgação
A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) divulgou, nesta quarta-feira (10), o balanço das interdições em rodovias e ferrovias causadas por fenômenos naturais, referente ao período de outubro de 2023 a abril de 2024. O objetivo do relatório, segundo a Agência, é alinhar estratégias com as concessionárias que operam nas redes federais, fortalecendo o monitoramento contínuo das vias e trilhas e permitindo a identificação e tratamento proativo de áreas críticas, especialmente em épocas de chuvas intensas.
O diretor-geral da ANTT, Rafael Vitale, ressaltou a importância de acompanhar a execução das medidas propostas e avaliar a necessidade de ajustes. Ele enfatizou a missão da ANTT em planejar ações, estabelecer responsabilidades claras para todas as partes envolvidas e garantir que as equipes de fiscalização estejam prontas para atuar em estreita colaboração com as autoridades competentes em casos de incidentes.
Durante o período avaliado, foram registradas 276 interdições em rodovias, sendo 49,63% delas totais e 50,37% parciais. As principais causas incluíram alagamentos e transbordamentos, queda de árvores, rochas e objetos, deslizamentos e erosão. O relatório destacou o maior número de interdições nos meses de novembro e janeiro, com a região Sudeste concentrando a maioria dos casos.
Nas ferrovias brasileiras, foram registradas 53 interdições, com a erosão sendo a principal causa. A região Sul se destacou, com Bento Gonçalves–RS e Ponte Alta–SC registrando o maior número de incidentes. As operadoras ferroviárias mais mencionadas foram a RMS e a EFVM.
Fonte: ANTT – Texto: Brasil do Trecho
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