A crescente falta de caminhoneiros qualificados tem levado transportadoras de todo o país a abrirem as portas para motoristas com pouca ou nenhuma experiência comprovada em carteira. A mudança de postura, que há poucos anos seria improvável, reflete o cenário atual do transporte rodoviário, pressionado por alta demanda e escassez de mão de obra especializada.
Segundo dados do setor, o Brasil enfrenta um déficit estimado de mais de 100 mil motoristas profissionais, especialmente em rotas de longa distância e no transporte de cargas pesadas. Diante disso, empresas têm flexibilizado critérios de contratação, investindo em programas internos de treinamento e capacitação.
Com a mudança no perfil exigido, motoristas recém-habilitados na categoria C, D ou E têm conseguido conquistar o primeiro emprego na área, muitas vezes iniciando como auxiliares ou em rotas regionais. Algumas transportadoras oferecem formação prática supervisionada, com acompanhamento de motoristas mais experientes.
“Estamos capacitando motoristas novos diretamente na nossa operação. Eles entram com vontade de aprender, e nós damos o suporte necessário. É uma forma de suprir a demanda e formar bons profissionais”, afirma o gerente de frota de uma transportadora no interior de São Paulo.
Embora os salários para iniciantes sejam mais modestos, o setor oferece possibilidade de crescimento rápido, especialmente para quem demonstra responsabilidade, conhecimento em segurança e bom desempenho nas entregas. Benefícios como plano de saúde, diárias, bônus de produtividade e auxílio alimentação são comuns nas empresas mais estruturadas.
A nova realidade também tem aberto espaço para motoristas mais jovens, mulheres e profissionais em transição de carreira. Com treinamento adequado e acompanhamento, muitos têm se destacado e garantido sua efetivação em grandes empresas do setor logístico.
A escassez de motoristas é uma preocupação global, mas no Brasil ela se agrava por fatores como baixa atratividade da profissão, longas jornadas e insegurança nas estradas. Diante disso, especialistas defendem que o setor precisa seguir investindo na valorização do caminhoneiro, oferecendo melhores condições de trabalho, rotinas humanizadas e oportunidades reais de desenvolvimento.
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