
Empresa paga valor cobrado pela gatora de programa. Foto: reprodução
Na manhã desta sexta-feira (22 de agosto de 2025), por volta das 6h, a Polícia Militar atendeu a uma ocorrência incomum no bairro Cordeiros, na Avenida Reinaldo Schmithausen — área já conhecida por registro de prostituição. Uma mulher, que trabalha como garota de programa e se identifica como transexual, aguardava ao lado de um caminhão o pagamento de R$ 300 pelo serviço prestado. No entanto, o motorista do veículo fugiu sem efetuar o pagamento.
Diante da situação, a Polícia aciona a empresa proprietária do caminhão para mediar o impasse. Como condição para liberar o veículo, a empresa decidiu arcar com a conta de R$ 300, cobrindo o serviço não remunerado.
A operação envolveu a chegada dos agentes ao local, a identificação da natureza da ocorrência e o contato com a empresa responsável pela carreta. O episódio resultou em um desfecho atípico: o empregador endossando o pagamento em nome do motorista inadimplente.
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