
Empresa Gerdau. Foto: reprodução
A siderúrgica Gerdau demitiu cerca de 1 500 colaboradores entre janeiro e julho de 2025, em meio a um cenário de forte concorrência importada no mercado de aço nacional, especialmente oriunda da China.
As demissões ocorreram principalmente nas unidades de Pindamonhangaba e Mogi das Cruzes, no interior de São Paulo. Durante entrevista, o CEO Gustavo Werneck admitiu que não descarta novas dispensas nos próximos meses, caso não sejam adotadas medidas mais rígidas de defesa comercial pelo governo federal.
Em paralelo, a empresa sinalizou que promoverá uma revisão nos investimentos no Brasil, mantendo o plano global de aportes de aproximadamente R$ 6 bilhões em 2025, mas com redução do volume destinado ao país. Espera-se que os novos valores sejam anunciados durante o “Investor Day”, previsto para outubro.
Werneck criticou a atual política de defesa comercial, afirmando que as cotas de importação se mostram ineficazes para conter a entrada de aço estrangeiro mais barato. Em sua visão, a falta de barreiras regulatórias adequadas provoca um ambiente de concorrência desleal, o que compromete a competitividade da indústria nacional.
Ele também observou que, ao contrário do Brasil, a Gerdau continua com investimentos estáveis nos Estados Unidos, onde considera haver um ambiente mais propício à produção — especialmente em função das proteções tarifárias adotadas naquele país
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