
Meme do fernando haddad
O aumento nas importações e a polêmica “taxa das blusinhas” se tornaram um dos principais fatores por trás da crise que atinge os Correios e o sistema logístico nacional. A cobrança adicional, somada ao alto volume de compras internacionais de baixo valor, sobrecarregou os centros de triagem e gerou lentidão em entregas de todo o país.
Segundo especialistas do setor, a falta de estrutura adequada para lidar com a explosão de pacotes vindos de plataformas como Shopee, Shein e AliExpress levou à saturação de armazéns e ao aumento expressivo de reclamações por atrasos. Além disso, a implementação das novas regras de tributação, sem a devida adaptação logística, trouxe instabilidade operacional e incertezas entre empresas e consumidores.
Os reflexos já são sentidos por lojistas e transportadoras, que relatam gargalos em rotas de entrega e dificuldades na liberação de mercadorias importadas. Para agravar o cenário, a concorrência de marketplaces privados — que criaram suas próprias redes logísticas — tem reduzido o volume de encomendas destinadas aos Correios, pressionando ainda mais a estatal.
Enquanto o governo busca ajustes no modelo de tributação e na estrutura de importação, especialistas alertam que o impacto na logística nacional pode se estender pelos próximos meses, afetando especialmente as entregas de final de ano.
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