
Presidente Luiz com camiseta dos correios
A crise dos Correios atingiu um ponto crítico em 2025, com o balanço mostrando perdas históricas que superam todos os déficits acumulados desde 2016. Após registrar lucro recorde de R$ 3 bilhões em 2021, a estatal voltou a operar no vermelho, enfrentando uma combinação pesada de aumento de custos, queda de receita e gestão problemática.
Em 2022, os Correios tiveram prejuízo de R$ 767 milhões, seguido por R$ 633 milhões em 2023. Já em 2024, o rombo cresceu dramaticamente, atingindo R$ 2,6 bilhões. Entre janeiro e junho deste ano, acumulou-se um novo déficit de R$ 4,4 bilhões, ultrapassando de longe o prejuízo de todo o ano anterior. A receita líquida recuou quase 10%, enquanto despesas administrativas dispararam, sobretudo com precatórios e outras obrigações judiciais.
Um dos fatores que esgotou os cofres da estatal foi o que ficou conhecido como “taxa das blusinhas”, que afetou as remessas internacionais e provocou uma forte queda nestas operações, cuja receita caiu cerca de R$ 2,2 bilhões. A perda de competitividade frente ao setor privado, especialmente nos serviços de encomendas rápidas e entregas internacionais, também contribui para o quadro sombrio.
Para tentar conter a deterioração, os Correios lançaram um pacote emergencial com várias medidas: plano de demissão voluntária (PDV), cortes de salários e jornada, suspensão de férias, venda de imóveis, revisão de contratos e criação de novas frentes de receita, como o marketplace Mais Correios. O governo também autorizou um empréstimo de R$ 20 bilhões, metade em 2025 e outra parte em 2026, com garantia do Tesouro Nacional.
Essa crise, destacam analistas, é resultado de anos de desinvestimento, influência política nas decisões da empresa, e pressão de custos externos. Recuperar os Correios exigirá não só medidas emergenciais, mas uma reestruturação profunda, com investimento em tecnologia, automação, melhoria de processos e foco em eficiência
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