
Caminhão foi retirado do rio após dez meses.
O veículo, que transportava agrotóxicos e caiu com a ponte Juscelino Kubitschek, foi encontrado totalmente destruído; motorista não sobreviveu ao acidente.
Após dez meses de espera, equipes especializadas concluíram nesta segunda-feira (13) uma das operações mais aguardadas desde o desabamento da ponte Juscelino Kubitschek, na BR-226, entre Estreito (MA) e Aguiarnópolis (TO). O caminhão bitrem, que transportava agrotóxicos e havia caído no rio Tocantins durante a tragédia, finalmente foi retirado das águas.
O veículo, um Volvo FH, foi encontrado completamente retorcido, com a cabine destruída e as carretas danificadas — consequência da forte pressão da água e da longa exposição no fundo do rio. O motorista, identificado como Marcos Antônio Ferreira, natural do Pará, foi uma das vítimas fatais do desabamento. Ele ficou preso dentro da cabine e morreu na queda. Seu corpo havia sido localizado dias após o acidente.
A operação de resgate exigiu o trabalho conjunto de mergulhadores, guindastes e embarcações de apoio. Além do FH, parte de outro caminhão bitrem também foi removida, encerrando uma das etapas mais emocionantes e tristes desde o colapso da ponte ocorrido em dezembro de 2024.
O desabamento da estrutura deixou 14 mortos e três desaparecidos, além de causar sérios impactos ambientais, já que parte da carga de defensivos agrícolas caiu no rio. A retirada do caminhão, além de representar um marco técnico, também reacende o debate sobre segurança e manutenção das pontes rodoviárias brasileiras, especialmente nas ligações estratégicas entre estados.
O novo trecho da ponte está em fase avançada de construção e, segundo o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), deve ser entregue ainda em 2025.
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