
Uma transportadora de Mato Grosso que enfrenta uma dívida estimada em R$ 18 milhões teve seu pedido de recuperação judicial autorizado pela Justiça local. A decisão busca viabilizar a reestruturação da empresa, proteger empregos e permitir a continuidade das operações durante o andamento do processo de recuperação.
De acordo com os documentos aprovados, o plano judicial suspende provisoriamente execuções fiscais e ações de cobrança contra a transportadora, dando um fôlego financeiro para negociar com credores e reorganizar seu fluxo de caixa. Sob tutela judicial, a empresa deverá apresentar detalhamento de receitas, despesas, garantias e proposta viável para saldar suas dívidas.
Este tipo de medida tem sido cada vez mais comum no setor de transporte rodoviário, marcado por margens apertadas, custos elevados com combustíveis, manutenção e tributos. Empreendimentos tradicionais, mesmo com trajetória sólida, são vulneráveis frente a crises econômicas e oscilações no mercado de fretes.
Para os credores, a recuperação judicial representa a alternativa de recuperar parte dos valores, ainda que ao longo de um prazo mais extenso. Para clientes e fornecedores, é uma garantia de que a empresa continue operacional e honrando compromissos em novo modelo.
Atendimento médico gratuito para caminhoneiros fica disponível por 90 dias na Via Dutra em Pindamonhangaba (SP) Caminhoneiros que passam pela…
A Videira Transportes anunciou em sua rede social vaga para motorista , os interessados devem atender os requisitos abaixo e…
A empresa Maroni Transportes está com novas vagas em aberto para motorista carreteiro em Louveira, São Paulo. Os interessados em participar do…
Uma quadrilha responsável pelo sequestro de um caminhoneiro e roubo de veículos foi presa em uma operação das polícias do…
Uma ambulância da Prefeitura de Itororó, no sul da Bahia, foi apreendida pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) na BR-101 por…
A Expresso Nathan divulgou uma nota oficial para se manifestar sobre uma ocorrência recente envolvendo um de seus motoristas. Segundo…
Este site utiliza cookies.