
Foto: Reprodução / Internet
Parece até piada pronta, mas não é. No Brasil de 2025, os caminhoneiros estão enfrentando de tudo — buraco, pedágio, diesel caro, imposto de importação, e agora até o “novo conceito de vítima”. Segundo o discurso do presidente, os que roubam caminhoneiros são, na verdade, vítimas do sistema. Pois é, o sujeito que leva o caminhão, a carga e o sossego do motorista agora merece compreensão e um cafezinho para acalmar o trauma do crime.
Enquanto isso, nas rodovias, o caminhoneiro que tenta sobreviver com frete baixo e lei do descanso sem ponto de parada é quem paga o pato — e o prejuízo. Parece que o Brasil virou aquele país onde o bandido tem direito à psicóloga, e o trabalhador, a boletim de ocorrência.
Nas rodas de conversa dos postos, a turma brinca: “Daqui a pouco, se a gente reagir a um assalto, é capaz de pedir desculpa pro ladrão”. Humor triste, mas real. Afinal, quem move o país está cada vez mais sem proteção, sem apoio e, pior, sem paciência.
Entre um posto e outro, sobra o desabafo e a gargalhada irônica: “Se o ladrão é vítima, então o caminhoneiro é o culpado por trabalhar demais”. É o Brasil em marcha lenta — onde o volante pesa mais que a consciência de quem devia acelerar o progresso.
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