Nova 381 inicia cobrança de pedágios em três novas praças; veja os valores atualizados

Nova 381 começa cobrança de pedágios em mais três praças

A partir da meia-noite de segunda-feira, 17 de novembro, a Nova 381 Concessionária de Rodovia começará a cobrar pedágio em três novos pórticos eletrônicos localizados nos municípios de Jaguaraçu, Belo Oriente e Governador Valadares, conforme autorização da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) publicada no Diário Oficial da União de 6 de novembro.

Com a ativação dessas praças, a concessionária conclui a implantação dos cinco pedágios previstos no trecho entre Belo Horizonte e Governador Valadares — os outros dois, em Caeté e João Monlevade, já operam desde setembro.

Valores das tarifas:

  • Jaguaraçu: R$ 15,10
  • Belo Oriente: R$ 12,10
  • Governador Valadares: R$ 12,60
  • Caeté: R$ 15,50
  • João Monlevade: R$ 12,90

Motocicletas permanecem isentas de pagamento, e usuários com tag eletrônica têm direito a descontos:

  • DBT (Desconto Básico da Tarifa) – 5% de desconto automático para automóveis e caminhões;
  • DUF (Desconto de Usuário Frequente) – para veículos de passeio, o valor reduz progressivamente a partir da segunda passagem no mesmo sentido dentro do mês, chegando ao desconto máximo na 30ª travessia, que se mantém até o fim do período.

Os pagamentos podem ser realizados de forma prática pelo aplicativo Nova 381, disponível para Android e iOS. A concessionária também oferece 25 totens de autoatendimento em postos de serviços e bases do SAU (Serviço de Atendimento ao Usuário), aceitando Pix, cartões de crédito e débito. Outra opção é o portal.

A concessionária é responsável por 303,4 km da BR-381/MG, trecho que liga Belo Horizonte a Governador Valadares e atravessa 21 municípios mineiros. A empresa promete reinvestir a arrecadação em melhorias, segurança viária e modernização da rodovia — uma das mais movimentadas e estratégicas para o transporte de cargas e passageiros em Minas Gerais.

Com o início da cobrança total, a expectativa é de que o valor arrecadado contribua para obras de duplicação, manutenção e ampliação da infraestrutura, mas o tema segue gerando debate entre motoristas e caminhoneiros que utilizam diariamente o corredor logístico entre a capital e o Leste mineiro.