
A tarde desta terça-feira (9) foi de despedida e muita dor em Papanduva. Foi ali, no Cemitério Municipal, que familiares, amigos e colegas de estrada se reuniram para sepultar Márcio Roberto Wolff, caminhoneiro de 41 anos, que perdeu a vida de forma cruel na última quinta-feira (4), no Pará.
Márcio foi assassinado em um posto de combustíveis às margens da BR-316, em São Francisco do Pará. A notícia correu rápido e abalou não só quem vive na região, mas caminhoneiros e moradores de cidades distantes, como Santa Catarina, onde ele morava e era muito conhecido.
O principal suspeito do crime é o ex-marido da mulher que estava com Márcio no momento do ataque, o que deixou tudo ainda mais difícil de entender pra quem convivia com ele. Muitos contam que Márcio era um cara tranquilo, querido na cidade de Mafra, onde além de dirigir caminhão, também dava aula como instrutor de autoescola — profissão que ele exercia com paciência e carinho, ajudando muita gente a conquistar a primeira habilitação.
No enterro, o clima era de silêncio e saudade. Várias pessoas deixaram flores, outras apenas fizeram uma oração. Nas redes sociais, mensagens de “descanse em paz” e homenagens emocionadas mostram o tamanho da falta que ele vai fazer.
O profissional conta que poderia receber muito mais, porém optou por negociar o valor para agilizar o processo.
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