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Em menos de 24 horas, PRF recupera quatro veículos furtados ou adulterados na Paraíba

Menos de um dia depois, a PRF achou quatro carros roubados ou com documentos falsos na Paraíba – tudo em operação rápida nas estradas do estado

A PRF trabalha forte na Paraíba. Menos de um dia foi suficiente para tirar quatro carros irregulares de circulação – alguns furtados, outros clonados – espalhados por cidades distintas. 

Os flagrantes rolaram nesta segunda (1º), provando que a pressão contra crimes com automóveis não afrouxa nas estradas federais.

Na primeira vez, tudo rolou de manhãzinha em Mamanguape. Uma Jeep Commander roubada de uma empresa dentro do aeroporto de São Gonçalo do Amarante, no RN, apareceu na BR-101. Quem dirigia tinha 37 anos e falou aos agentes que pegou o veículo correndo pra resolver um imprevisto, afirmando ter deixado dez mil como garantia. Só que a versão não segurou depois que a polícia chamou a loja e soube que nada estava combinado ou liberado. No fim, ele foi detido ali mesmo por roubo.

Pouco tempo depois, ainda de dia claro, agentes da PRF pararam uma moto preta modelo Bros em Cabedelo. Como a placa chamou atenção, fizeram uma consulta rápida – e viram que ela foi roubada antes no Recife. O cara pilotando, com 31 anos, falou que não tinha ideia do problema e que só trocou a moto por um carro usado. Só que como não mostrou nenhum documento ou comprovante da troca, foi preso por ficar com objeto roubado.

Na parte da tarde, a vistoria seguiu pela BR-230, agora em Sobrado. Chocou a equipe ver um Renault Logan sobre um reboque. Ao checar os dados, descobriram que o carro era roubado. Quem dirigia o guincho disse ter sido acionado por mensagem no WhatsApp para levar o automóvel até Campina Grande, mas nunca viu quem pediu. Apesar disso, acabou encaminhado ao posto policial para explicar tudo, porque mover um carro furtado pode virar crime de ocultação.

A última vez que algo foi retido no dia rolou em Santa Rita. Um moto da marca Honda, cor vermelha, começou a dar bandeira numa vistoria rápida. Chegaram os códigos do quadro e do motor – logo viram que tinham sido mudados. Quem tava pilotando contou que pegou o veículo para uso todo mês, duzentos e cinquenta pila, já fazia uns doze meses, e jurou que não tinha ideia das alterações feitas. Com tudo sem documento legítimo, tanto o carro quanto o cara foram levados para delegacia mais próxima.

João Neto

Nascido em Ceilândia e criado no interior de Goiás, sou especialista em transporte terrestre e formado em Logística. Com ampla experiência no setor, dedico-me a aprimorar processos de transporte e logística, buscando soluções eficientes para o setor.

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