
O caso do caminhoneiro que teve o motor do caminhão fundido após trocar o óleo em um posto no Mato Grosso ganhou um novo capítulo depois da grande repercussão nas redes sociais do Brasil do Trecho.
Após a primeira matéria publicada mostrando o problema mecânico e, depois, a prisão do motorista, o próprio caminhoneiro gravou um vídeo trazendo esclarecimentos e atualizações sobre a situação.
Segundo ele, após perceber o problema no caminhão, procurou o posto responsável para tentar resolver a situação de forma amigável. No entanto, relata que não teve retorno e que o caso foi tratado com descaso pela gerência do estabelecimento.
Sem solução, o caminhoneiro registrou boletim de ocorrência e o caso acabou sendo divulgado pelo Brasil do Trecho. A partir disso, a situação ganhou grande repercussão entre caminhoneiros de todo o país.
Com a divulgação, a Associação dos Caminhoneiros de São Paulo (Abrava) tomou conhecimento do ocorrido e entrou em contato com o motorista a Pedido do Brasil do Trecho. De acordo com o relato, a entidade passou a prestar apoio jurídico e já ingressou com ação judicial contra o posto, cobrando os prejuízos causados pelo motor fundido.
O caminhoneiro fez questão de agradecer publicamente o apoio da associação e do líder conhecido como Chorão, destacando que não tinha contato prévio com a entidade e só conseguiu ajuda após a repercussão do caso.
Outro ponto esclarecido pelo motorista foi a prisão ocorrida durante o conflito no posto. Ele afirma que foi preso de forma injusta, durante a noite, mesmo após ter registrado ocorrência antes. Segundo o caminhoneiro, a abordagem envolveu apoio da PRF e tentativa de imputação de crimes que, em sua versão, não condizem com os fatos.
Apesar das críticas à situação, o caminhoneiro fez questão de ressaltar que a delegada responsável pelo caso agiu com profissionalismo. Ele afirmou que, ao assumir a ocorrência, a delegada deu atenção ao caso, evitou que ele fosse levado para audiência de custódia e estipulou uma fiança considerada baixa, permitindo sua liberação.
Enquanto aguarda o andamento do processo judicial, o caminhoneiro segue parado, acumulando prejuízos. Ele contou que conseguiu ajuda de colegas para remover a carreta do local e levá-la de volta para São Paulo, mas ainda não pode voltar a trabalhar normalmente.
O motorista encerrou o relato agradecendo o apoio recebido de caminhoneiros, páginas do setor e entidades de classe, destacando que a repercussão mostrou que quem vive da estrada não está sozinho quando busca seus direitos.
Agora, o caso segue sob análise da Justiça, enquanto o caminhoneiro aguarda uma definição sobre a responsabilidade pelo dano causado ao motor do veículo.
OBS: O Brasil do Trecho entrou em contato pelo WhatsApp da empresa Martelli porém não teve nenhum retorno da empresa.
Esta publicação foi modificada pela última vez em 29 de janeiro de 2026 11:01
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