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Falta de motoristas faz transportadoras correrem atrás de agregados para não parar frota

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Falta de caminhoneiro Rio Grande do Norte tem 23 fretes por motorista

A falta de motoristas profissionais no Brasil já começa a mudar a estratégia de muitas transportadoras. Para evitar caminhões parados e atrasos nas entregas, empresas estão apostando cada vez mais em motoristas agregados como solução imediata.

O problema se agravou nos últimos anos por vários motivos. Entre eles estão a aposentadoria de caminhoneiros mais antigos, o alto custo para manter a profissão, exigências legais, exames, além da falta de interesse de novos profissionais em entrar no setor.

Com isso, transportadoras que antes trabalhavam apenas com frota própria passaram a abrir espaço para agregados, que são motoristas com caminhão próprio e contrato de prestação de serviço. Essa alternativa reduz custos fixos e garante mais flexibilidade nas operações.

Em muitas regiões, a busca por agregados virou disputa. Algumas empresas oferecem pagamento mais rápido, rotas fixas e até ajuda com manutenção para conseguir atrair esses profissionais. Mesmo assim, a oferta ainda é menor que a demanda.

A tendência é que o modelo de agregados continue crescendo, principalmente no transporte rodoviário de cargas, enquanto o setor tenta encontrar soluções para a escassez de caminhoneiros no país.

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    Sobre o autor

    Nascido em Ceilândia e criado no interior de Goiás, sou especialista em transporte terrestre e formado em Logística. Com ampla experiência no setor, dedico-me a aprimorar processos de transporte e logística, buscando soluções eficientes para o setor.