
IPTL divulga balanço dos combustíveis em abril. Foto: Reprodução.
O diesel subiu feio nos últimos meses. A guerra no Oriente Médio derrubou o abastecimento de petróleo e o preço lá fora disparou. Aqui dentro, o caminhoneiro sentiu no bolso.
Para tentar segurar o estrago, o governo federal lançou a Medida Provisória nº 1.349 no dia 7 de abril de 2026. O nome é difícil, mas o objetivo é simples: baratear o diesel e evitar que o preço suba mais.
O pacote total é de R$ 4 bilhões. Metade vem da União (R$ 2 bilhões), a outra metade dos estados (R$ 2 bilhões).
Além disso, o governo zerou o PIS e a Cofins sobre a importação e comercialização do diesel. Essa medida já havia sido tomada antes, durante a ameaça de greve em março.
Uma das principais novidades da MP é o subsídio de R$ 0,80 por litro para o diesel produzido no Brasil. Esse valor é pago com recursos federais.
A ideia é simples: o governo paga uma parte do custo para que a distribuidora venda mais barato. O desconto tem que chegar ao consumidor final — e a ANP pode multar quem não repassar.
A MP tem validade até 31 de dezembro de 2026. Ela também cria um mecanismo para evitar altas bruscas, distribuindo os impactos ao longo do tempo.
O presidente Lula afirmou que a medida existe “para que a guerra não chegue ao bolso do caminhoneiro”. A Petrobras, por sua vez, disse que a estrutura de preços segue funcionando normalmente.
O problema é que muita coisa fica no papel. O caminhoneiro sabe que o preço do posto às vezes não baixa mesmo quando o governo anuncia subsídio.
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