
Uma crise financeira envolvendo caminhoneiros, cooperativa e o Governo do Distrito Federal ganhou força nos últimos dias e já preocupa centenas de profissionais do transporte. Segundo integrantes da categoria, os atrasos em pagamentos ligados a serviços prestados para a Novacap podem ultrapassar R$ 36 milhões.
De acordo com relatos de caminhoneiros ligados à Coorpecam-DF, mais de 400 profissionais estariam sem receber pelos serviços realizados ao longo de 2025. A situação vem gerando revolta entre os trabalhadores, que afirmam estar enfrentando dificuldades para manter caminhões rodando, pagar combustível, peças, manutenção e até despesas familiares.
Os motoristas afirmam que os pagamentos atrasados se acumulam há meses e que muitos profissionais já estão endividados por conta da falta de repasses. Alguns relatam que precisaram recorrer a empréstimos para continuar trabalhando.
A tensão aumentou após a divulgação de que a dívida total envolvendo os contratos pode ser muito maior do que os números divulgados inicialmente. Integrantes do setor classificam a situação como uma verdadeira “pedalada financeira”, atingindo diretamente trabalhadores que dependem do frete diário para sobreviver.
A Novacap, responsável por diversos serviços de infraestrutura e limpeza urbana no Distrito Federal, depende do apoio constante do transporte pesado para execução das atividades. Com o atraso nos pagamentos, existe preocupação sobre possíveis paralisações e impactos nos serviços realizados na capital.
Nos bastidores, caminhoneiros afirmam que a relação entre cooperativa, transportadores e governo entrou em rota de colisão. Muitos profissionais cobram transparência sobre os contratos, cronogramas de pagamento e garantias de quitação dos valores pendentes.
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