
Foto: Reprodução / VW
O VW Delivery Express não é o veículo mais vendido do Brasil, mas dentro da sua proposta ele vem mostrando força. Segundo os dados da Fenabrave, no acumulado até março de 2026, o modelo apareceu com 564 unidades emplacadas entre os comerciais leves. Só em março, foram 220 unidades, ficando na 24ª posição do ranking do mês. Para um veículo de trabalho, com foco mais específico em entrega e carga urbana, é um número importante.
O grande ponto do VW Delivery Express é que ele pode ser conduzido com CNH categoria B. Isso abre espaço para muita gente que quer entrar no transporte sem precisar tirar categoria C logo de início. A própria Volkswagen informa que o modelo atende ao segmento de 3,5 toneladas, tem PBT homologado de 3.500 kg, não tem restrição de circulação e ainda paga pedágio com valor de automóvel.
Na prática, isso pesa muito para quem vive de entrega. O motorista consegue rodar em cidade, entrar em locais onde caminhão maior sofre mais, parar em comércio, fazer coleta, distribuição, mudança pequena, entrega de mercadoria e serviço para empresa. Para quem pega trânsito, fila, carga e descarga e ainda precisa cumprir horário, um veículo desse pode evitar muito prejuízo.
Mesmo sendo conhecido como “categoria B”, o Delivery Express não é só um carro com baú. Ele tem motor 3.0, 156 cv e torque de 360 Nm, segundo dados da Volkswagen. Isso ajuda quem precisa carregar peso e enfrentar subida, trânsito e viagem curta entre cidades.
Para o caminhoneiro autônomo ou pequeno empreendedor, a utilidade está no custo do dia a dia. Um caminhão parado é dinheiro indo embora. Por isso, muita gente olha para esse tipo de modelo pensando em economia, manutenção, facilidade de dirigir e chance de trabalhar todos os dias. Não é caminhão para puxar carga pesada na rodovia como um FH ou Actros, mas é um parceiro forte para entrega urbana e regional.
Para quem quer trabalhar com transporte leve, o VW Delivery Express pode ser uma escolha interessante. Ele vendeu bem para o tamanho do seu nicho e tem uma proposta que conversa com a realidade de muita gente: fazer entrega, rodar bastante, entrar em cidade grande e não depender de habilitação profissional de caminhão logo no começo.
No fim das contas, ele chama atenção porque entrega uma mistura que o mercado procura: porte de caminhão pequeno, uso parecido com comercial leve e possibilidade de dirigir com CNH B. Para quem vive de frete curto, entrega e rotina puxada na rua, isso pode fazer diferença no bolso.
Esta publicação foi modificada pela última vez em 3 de maio de 2026 07:20
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