Caminhoneiro agradece Lula após nova lei do frete: “Dignidade para nossa categoria”

Um caminhoneiro autônomo há 20 anos fez um agradecimento ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante o ato ligado às novas regras do piso mínimo do frete. Emocionado, ele contou que herdou a profissão do pai e afirmou que a categoria buscava mudanças desde 2018.
“Meu pai faleceu com 40 anos de profissão. Eu herdei essa profissão dele”, relatou o motorista. Mesmo conhecendo de perto as dificuldades enfrentadas na estrada, ele disse que escolheu continuar no transporte de cargas e que ama o trabalho.
A fala ocorreu após Lula sancionar, em 5 de agosto, a lei originada da MP 1.343/2026. A medida transforma em permanentes regras que aumentam a fiscalização sobre o pagamento do piso mínimo do frete e tornam obrigatório o registro das operações por meio do CIOT.
A reivindicação não é recente. O piso mínimo foi criado em 2018, mas caminhoneiros reclamavam que empresas continuavam oferecendo cargas por valores abaixo da tabela. As mudanças deste ano criaram novos mecanismos de controle e punição para quem descumprir as regras.
Para o caminhoneiro que participou da cerimônia, a assinatura representa o resultado de anos de cobrança. Ele agradeceu ao presidente em nome da categoria e classificou a decisão como uma forma de devolver dignidade aos profissionais que vivem do frete.
Desde 24 de maio, a ANTT já impede a geração do CIOT para determinadas operações de carga lotação quando o valor informado fica abaixo do piso mínimo aplicável.
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