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Governo Lula discutiu fim da taxa das blusinhas, mas brasileiros ainda pagam imposto nas compras

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Governo Lula discutiu fim da taxa das blusinhas, mas brasileiros ainda pagam imposto nas compras

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) enfrentou uma discussão interna sobre o fim da chamada taxa das blusinhas, imposto de 20% cobrado sobre compras internacionais de até US$ 50. A cobrança dividiu integrantes do próprio governo, que tinham opiniões diferentes sobre os efeitos da medida para consumidores e empresas brasileiras.

Em abril de 2026, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, defendeu publicamente a retirada do imposto e afirmou que a cobrança havia provocado desgaste ao governo. Na época, o vice-presidente Geraldo Alckmin discordou e defendeu a manutenção da taxa como forma de proteger a indústria nacional.

A discussão terminou com uma mudança nas regras. Em maio, Lula assinou uma medida provisória que zerou o imposto federal sobre essas compras. A decisão foi aprovada pelo Congresso Nacional e virou a Lei nº 15.502, sancionada em 10 de setembro de 2026.

Apesar da retirada da taxa federal, os consumidores brasileiros continuam pagando o ICMS, tributo cobrado pelos estados e pelo Distrito Federal, com alíquotas entre 17% e 20%, dependendo do local de entrega.

Em maio, o vice-presidente do Comitê Nacional de Secretários de Fazenda (Comsefaz), Amarísio Freitas, afirmou que os estados não estavam discutindo a retirada do ICMS das encomendas internacionais. Ele justificou a posição pela necessidade de manter a arrecadação estadual. Reforma Tributária

Até outubro de 2026, não há confirmação pública de uma nova negociação para eliminar esse imposto. A Receita Federal continua informando a cobrança do ICMS nas compras feitas por plataformas internacionais, enquanto o Imposto de Importação permanece zerado para pedidos de até US$ 50 dentro do Remessa Conforme.

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Sobre o autor

Um amante de veículos pesados devido grande influência do pai. Aos 7 anos de idade o seu maior sonho era ser motorista de transporte coletivo, no entanto, no ano de 2014 ingressou em uma empresa de transporte coletivo, como jovem aprendiz onde juntamente com seu amigo de trabalho fundou o Brasil do Trecho.