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Filhos de caminhoneiros são orientados pelo pai a não seguir a profissão

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A chance de um filho seguir hoje a mesma profissão do pai caminhoneiro ficou muito menor. Cada vez mais motoristas contam que os filhos cresceram vendo a rotina pesada das viagens e acabaram escolhendo outros caminhos.

Tempo longe de casa, custo alto de manutenção, alimentação cara, pressão por entrega e desgaste físico são alguns dos motivos que fizeram muita gente desistir de incentivar os próprios filhos a entrar na profissão.

Em várias famílias, o caminhão que antes passava de geração para geração agora acaba sendo vendido ou parado no pátio por falta de interesse dos mais novos.

Outro ponto que pesa é a mudança no perfil da nova geração. Muitos jovens procuram trabalhos com rotina mais estável e menos tempo fora de casa.

Boa parte dos filhos de caminhoneiros prefere investir em outras áreas ou buscar renda através da internet, aplicativos e serviços urbanos.

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    Sobre o autor

    Nascido em Ceilândia e criado no interior de Goiás, sou especialista em transporte terrestre e formado em Logística. Com ampla experiência no setor, dedico-me a aprimorar processos de transporte e logística, buscando soluções eficientes para o setor.