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Caminhoneiro

Caminhoneiro diz ter recebido três multas após parada da PRF durante a madrugada

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Caminhoneiro diz ter recebido três multas após parada da PRF durante a madrugada
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Um caminhoneiro com 42 anos de profissão contou uma experiência que o deixou indignado durante uma viagem entre o Paraná e Minas Gerais. Conhecido como Nezinho, ele afirma que recebeu três multas depois de ser parado por agentes da Polícia Rodoviária Federal durante a noite.

O relato foi apresentado em uma entrevista ao canal História de Caminhoneiro. Nezinho viajava em direção a Patos de Minas quando resolveu parar em um posto para jantar. Como não encontrou espaço para estacionar, voltou à pista e seguiu procurando outro local para passar a noite.

Cerca de oito quilômetros depois, nas proximidades de uma pequena cidade entre São José do Rio Preto e Presidente Prudente, o motorista encontrou duas viaturas. Segundo ele, havia aproximadamente sete ou oito policiais no ponto da fiscalização.

Após entregar os documentos, Nezinho diz que os agentes questionaram a distância entre dois faróis adaptados na parte da frente do caminhão. O motorista alegou que a instalação havia sido feita muitos anos antes, seguindo uma orientação recebida em outra fiscalização.

O caminhoneiro também afirma que foi acusado de dirigir sem o cinto de segurança. Ele nega e explica que retirou o equipamento somente depois de estacionar e descer da cabine para acompanhar a inspeção.

Durante a volta ao redor do veículo, os policiais teriam apontado ainda uma suposta irregularidade em dois pneus. Nezinho sustenta que eles tinham sulcos e estavam em condições de uso. Para ele, se existisse risco para continuar a viagem, o caminhão deveria ter sido retido até a troca dos pneus.

O veículo acabou liberado. Dias depois, porém, chegaram três autuações: uma relacionada aos faróis, outra pelo cinto e a terceira pelos pneus. A versão apresentada pelo motorista não foi acompanhada, no vídeo, de documentos das multas ou de uma manifestação da PRF sobre aquela abordagem.

Apesar da insatisfação, Nezinho fez questão de dizer que não considera todas as fiscalizações ruins. Ele contou que já foi atendido com respeito em outras paradas e reconheceu que também existem motoristas imprudentes nas rodovias.

O caminhão citado na história está com ele há 33 anos. Foi comprado com dinheiro guardado durante o período em que trabalhava como empregado e recebia comissão. O veículo ajudou no sustento da família e ganhou no para-brisa a palavra “Abençoado”, escolhida pelo próprio caminhoneiro.

Vídeo: História De Caminhoneiro
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Sobre o autor

Um amante de veículos pesados devido grande influência do pai. Aos 7 anos de idade o seu maior sonho era ser motorista de transporte coletivo, no entanto, no ano de 2014 ingressou em uma empresa de transporte coletivo, como jovem aprendiz onde juntamente com seu amigo de trabalho fundou o Brasil do Trecho.