
Foto: Divulgação
Em uma pesquisa realizada pela CNT 2011 foi avaliado 109,1 mil km de rodovias espalhadas pelo Brasil onde foram verificadas suas estruturas, qualidade asfáltica e conservação.
Em um total com cerca de 67,400 km receberam classificação de regular, ruim ou péssimo. O índice de bom ou ótimo caiu já que antes era de 32,5% e agora está em 28,2%.
Contando com 71,8% das estradas com qualidade péssima, dá para perceber que esses locais não receberam praticamente nenhum recurso para manutenção e pavimentação das vias.
Nos últimos dois anos foram registrados apenas 0,09% do PIB investido em recursos nas rodovias, ou seja, a pavimentação ficou totalmente de lado, o que terminou em um asfalto sem nenhuma estrutura.
Vale ressaltar que a manutenção não periódica das vias traz mais prejuízos do que economia de dinheiro. O asfalto precário faz com que os veículos quebram constantemente e consomem mais combustível gerando um maior gasto econômico. O próprio governo gasta mais dinheiro para recaptação da via, os famosos tapa-buracos.
Redação – Brasil do Trecho
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