
Foto: Reprodução / YouTube
A defasagem entre o aumento do preço do diesel e do frete é muito grande. Enquanto o combustível usado para abastecer os caminhões teve uma alta de 41%, a fonte de renda dos profissionais oriundos do frete subiu apenas 1,96%.
Esse índice é resultado de um levantamento feito pela Fretebras com dados referentes ao mês de fevereiro. Um pouco mais de 650 mil caminhoneiros participaram da pesquisa que mostra a realidade do Brasil atual.
Os números apontam que os profissionais fecharam a conta no vermelho no segundo mês do ano, índice que deve ter se repetido em março graças ao aumento de 24,9% anunciado pela Petrobras no valor do diesel daquele dia em diante.
Não se tem lembrança da última vez que o preço do frete é tabelado conforme o aumento nas bombas e outros custos que fazem parte do dia a dia dos caminhoneiros.
A conta realmente não é justa. Enquanto o valor médio do litro do diesel está custando R$ 5,59, o preço do frete é medido por quilômetro por eixo e está a R$ 1,01.
Redação – Brasil do Trecho
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