
Foto: Reprodução / Reuters
Há 4 anos atrás estávamos vivendo uma das maiores greves da categoria caminhoneira. O movimento parou o país e deixou incertezas no povo brasileiro.
O ano de 2018 já estava sendo marcado por um caos no cenário político brasileiro. O então presidente da época, Michel Temer, governava o país após o impeachment(2016) da ex-presidente Dilma Rousseff.
O Brasil estava querendo uma renovação no sistema de governo e de quem iria assumir a presidência do país. Pegando carona nessa transformação, os caminhoneiros decidiram se unir e lutar pela categoria.
Uma das principais reivindicações da classe foram os preços altos dos combustíveis, cobranças de pedágio e isenção/redução dos impostos PIS/Cofins.
Paralisações foram feitas em vários pontos do país, bloqueando rodovias em 24 estados e o Distrito Federal. Prateleiras de mercados, comércios e drogarias já estavam ficando vazias. Postos de gasolina já estavam com escassez de combustível e filas quilométricas para abastecerem. O caos foi tão grande que provas e aulas foram suspensas, frotas de ônibus reduzidas e voos cancelados.
Algumas cidades estavam decretando estado de calamidade pública e outras estado de emergência, comprovando que os caminhoneiros UNIDOS dominam o país.
O movimento mobilizou todo o país, inclusive artistas como Roberto Carlos e Xuxa Meneghel se manifestaram a favor das paralisações.
A greve teve término no dia primeiro de junho de 2018 onde os caminhoneiros conseguiram abaixar o valor do diesel na época, tabela de piso mínimo para o valor do frete além de redução de impostos.
Infelizmente alguns estabelecimentos usaram da paralisação se aproveitando das pessoas vendendo o que mais estava escasso no período por preços exorbitantes, a exemplo disso, postos de combustíveis vendiam gasolina e diesel a valores quase que 50% acima do que deveriam.
Essa foi a última greve de alguma relevância e resposta para a classe. Os últimos movimentos não renderam união e muito menos resposta para a categoria.
Redação – Brasil do Trecho
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