
Foto: Reprodução / Internet
Os modelos apresentados a seguir foram produzidos por montadoras muito famosas, mas estes caminhões não são recomendados para quem busca o melhor custo-benefício em um veículo.
Quando falamos em custo-benefício pensamos no comparativo entre o preço e o custo amplo de um determinado produto e os reais benefícios que ele pode trazer. Nesse sentido, os caminhões que oferecem o melhor custo-benefício são aqueles que não tem um valor de compra muito elevado e que custam pouco para manter, tendo em vista o que eles oferecem em troca.
Pois é, essa não é a realidade dos cinco caminhões que apresentaremos na sequência.
A montadora sueca fabrica excelentes caminhões que, inclusive, fazem sucesso há décadas, como é o caso do Scania 113, mas o R 470 Biturbo foge à regra. O modelo tinha um sistema com duas turbinas que aproveitavam os gases da combustão, que permitia ao veículo ter mais potência ao girar o volante do motor. Porém, esse sistema gerou problemas como a falta de pressão no motor e o óleo baixava rapidamente, tais problemas levaram a Scania a encerrar a produção do R 470 Biturbo.
Segundo relatos de ex-donos do Ford Cargo 2042 o principal problema desse modelo da Ford é que ele estraga com facilidade. Em 2014, a montadora precisou fazer um recall para reparos envolvendo parafusos e porcas de fixação da travessa de fechamento do quadro do chassi, da travessa de transmissão e de outros componentes de fixação ao chassi.
A principal problemática relacionada a esse caminhão leve da Mercedes foi o seu novo motor, OM 612. A versão de 2,7 litros e 5 cilindros do OM 611, que era utilizado nas vans Sprinter. Tal adaptação não deu certo, pois o motor perdeu muita potência e consequentemente precisou realizar manutenções com mais frequência.
O Constellation 25.370 não faz jus a essa linha tão bem sucedida da Volkswagen no Brasil. Seu principal problema é o sistema EGR, que aproveitava os gases da exaustão para um melhor rendimento do motor. Contudo, em alguns casos, o sistema lançava os gases na admissão sem estarem totalmente filtrados, elevando o consumo, trazendo problemas no cabeçote e nas bronzinas do motor.
O Sinotruk Howo 380 chegou ao Brasil em 2010 com um motor de 380cv, mas como o caminhão era importado muitas peças de reposição são difíceis de encontrar. Além disso, a ferrugem de componentes é outro problema apresentado pelos ex-donos desse modelo.
Você concorda que esses cinco modelos de caminhões são os piores custo-benefício? Comente abaixo!
Redação – Brasil do Trecho
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