
Foto: Reprodução / Tecnodata
Atualmente, a avaliação é realizada em situações específicas, mas a Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprovou uma proposta que amplia esse processo. Neste artigo, exploraremos o funcionamento da avaliação psicológica atualmente, as possíveis mudanças propostas e seu impacto na segurança viária.
O Artigo 147 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) estabelece a obrigatoriedade de exames de aptidão física e mental, incluindo avaliação psicológica, para quem está tirando a primeira habilitação. Além disso, o parágrafo terceiro destaca a necessidade de avaliação psicológica preliminar e complementar para condutores que exercem atividade remunerada com o veículo, na renovação da CNH.
A proposta aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado sugere que a avaliação psicológica seja incluída nas renovações de habilitação, não se limitando apenas aos condutores que exercem atividade remunerada. Isso significa que, além dos novos condutores e daqueles com atividade remunerada, todos os condutores teriam que passar por avaliação psicológica ao renovar suas habilitações.
Caso a proposta seja aprovada pela Câmara dos Deputados, a avaliação psicológica se tornará uma exigência para todos os motoristas, independentemente de exercerem atividade remunerada. Isso representa uma mudança significativa na abordagem atual, visando aprimorar a segurança no trânsito ao avaliar a saúde mental de todos os condutores.
Atualmente, a avaliação psicológica também é exigida em casos específicos, como em situações de sinistros graves em que o condutor contribuiu, condenação judicial por delito de trânsito e quando o condutor é considerado uma ameaça à segurança viária. Essas situações não seriam alteradas pela proposta em discussão.
O debate sobre a importância da avaliação psicológica para todos os motoristas está em curso. Alguns defendem que isso contribuiria para um trânsito mais seguro, enquanto outros questionam a eficácia dessa medida e a possível sobrecarga para os condutores.
A possível ampliação da avaliação psicológica no CTB levanta questões cruciais sobre a segurança viária e a saúde mental dos condutores.
A decisão final caberá à Câmara dos Deputados, sendo essencial considerar as opiniões divergentes da sociedade sobre essa proposta. Independentemente do desfecho, o tema destaca a constante busca por medidas que aprimorem a segurança no trânsito em território nacional.
Esta publicação foi modificada pela última vez em 5 de janeiro de 2024 12:46
O caminhoneiro Anderson Comiotto, conhecido entre os estradeiros como Safadão e irmão do influenciador Cabelo Batateiro, continua enfrentando uma longa…
O custo para trazer um Volkswagen Arteon ao Brasil ganhou força nas redes depois de relatos envolvendo o influenciador Eduardo…
Um carro zero de R$ 150 mil parece caro só na hora da compra, mas o gasto não para quando…
Muita gente pergunta por que um caminhoneiro, filho de dono de transportadora, prefere trabalhar para outras empresas em vez de…
Os aplicativos de corrida sem condutor humano já deixaram de ser coisa de filme. Em alguns países, o passageiro chama…
O avanço do ônibus sem motorista profissional já deixou de ser apenas uma ideia distante. Em alguns países, veículos automatizados…
Este site utiliza cookies para melhorar sua experiência de navegação, personalizar conteúdos, analisar acessos e exibir anúncios relevantes. Ao continuar navegando, você concorda com nossa Política de Cookies e Política de Privacidade do Brasil do Trecho
Leia mais