
Foto: Reprodução / Internet
Um ato que virou grande febre entre os motoristas de carga alguns anos atrás foi o arqueamento da traseira dos caminhões.
Muitos caminhoneiros entraram nessa onda, mas após o acidente intitulado ‘pai e filho’, no qual o filho acabou sendo prensado e esmagado pela traseira da carreta do pai após se chocarem, as fiscalizações da PRF (Polícia Rodoviária Federal) sobre esse assunto ficaram bem mais rígidas.
A Polícia Rodoviária Federal e outros órgãos fiscalizadores de trânsito, além de contar o número de molas que o veículo possuía, faziam questão de medir a altura do arqueamento. Visando a segurança viária, os caminhões que possuíam acima de 3,5 centímetros de arqueamento em relação ao solo eram multados.
Após a febre do arqueamento passar, alguns caminhoneiros decidiram até voltar atrás e deixar seus veículos sem o excesso de molas.
Um caminhoneiro trafegava na rodovia e encontrou um dos veículos que ainda possui arqueamento na traseira, mas pelo que tudo indica, esse não é o gosto do motorista que filmou a situação.
Ele garante que, se um dia tiver um caminhão, não fará isso.”
Esta publicação foi modificada pela última vez em 26 de julho de 2024 08:12
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