
Disco de tacografo e cartela de energetico corujão. Foto: reprodução
Na última quarta-feira (27), a Polícia Rodoviária Federal (PRF) interceptou um caminhoneiro de 45 anos na BR-116, em Fazenda Rio Grande, Paraná, que estava dirigindo há mais de 24 horas consecutivas sem descanso adequado. A abordagem revelou uma série de irregularidades e preocupações sobre segurança no trânsito.
O caminhoneiro, que transportava uma carga de mamão do Espírito Santo ao Rio Grande do Sul, estava acompanhado de seu filho de 10 anos. O cronotacógrafo do veículo apontou que ele havia iniciado a viagem em Serra (ES) no dia anterior, com apenas três paradas curtas, nenhuma delas suficiente para cumprir o descanso obrigatório previsto em lei.
Durante a vistoria, a PRF encontrou cartelas de “corujão”, um suplemento de cafeína usado para inibir o sono, o que agravou a situação. Além disso, o condutor não possuía exame toxicológico válido, exigido pela legislação brasileira para motoristas profissionais.
A PRF também constatou que o caminhão acumulava 43 multas em 2024, a maioria por excesso de velocidade, o que reforça os riscos associados ao comportamento imprudente do motorista.
A legislação brasileira determina que motoristas profissionais descansem, no mínimo, 11 horas a cada 24 horas, sendo 8 horas de forma ininterrupta. Essa norma tem como objetivo reduzir o risco de acidentes causados por fadiga e falta de atenção ao volante.
O descumprimento dessas regras pode gerar graves consequências para a segurança nas estradas, colocando em risco não apenas o condutor, mas também outros usuários da via.
O motorista foi multado e teve o veículo retido até que fosse cumprido o período de descanso obrigatório. Essas medidas visam prevenir novos incidentes e garantir maior segurança nas rodovias.
A PRF reforça a importância de seguir as normas de trânsito, especialmente no caso de motoristas de veículos pesados, que têm maior potencial de causar acidentes graves.
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