Pular para o conteudo
Caminhoneiro

Caminhoneiro paga pedágio caro na BR-040 e segue viagem com falha na embreagem

2 minutos de leitura
Caminhoneiro paga pedágio caro na BR-040 e segue viagem com falha na embreagem
Publicidade

Um caminhoneiro registrou parte de uma viagem pela BR-040 e BR-135, em Minas Gerais, enquanto seguia em direção a Montes Claros com o caminhão apresentando sinais de problema na embreagem.

Logo no começo do trajeto, ele reclamou do valor cobrado em uma praça de pedágio da BR-040. Segundo o relato feito durante a gravação, a tarifa era de R$ 15,40 para carros e o mesmo valor por eixo para caminhões e carretas.

Para quem trabalha com veículo pesado, a conta sobe rápido. Um conjunto com nove eixos, por exemplo, teria uma cobrança bem maior em uma única passagem. O motorista também criticou as condições da pista e afirmou que alguns trechos estavam bastante castigados.

Durante o vídeo, ele mostrou buracos, trepidações e partes da rodovia que, na avaliação dele, não combinavam com o preço pago no pedágio. O caminhoneiro chegou a dizer que não gravaria os pontos mais ruins, mas deixou claro o descontentamento com a situação.

Depois, o motorista deixou a BR-040 e entrou na BR-135, seguindo no sentido de Curvelo e Montes Claros. A diferença entre as duas estradas foi percebida logo nos primeiros quilômetros. Apesar de uma área com buracos e obras no começo, ele afirmou que a BR-135 estava melhor para rodar.

A preocupação maior, porém, era com a embreagem. O caminhão já havia apresentado falhas antes da viagem e o motorista seguia atento a qualquer novo sinal. Em alguns momentos, o defeito dava pequenos indícios, mas o veículo continuava andando sem obrigá-lo a parar.

Com o passar das horas, outro problema apareceu: o cansaço. Por volta do meio-dia, ele contou que estava sem fome, mas sentindo sonolência. A estrada reta, o clima agradável e o longo tempo ao volante aumentaram a vontade de parar para descansar.

O caminhoneiro decidiu encostar em um posto por volta das 13h25. Além de comer alguma coisa, aproveitou para esticar as pernas e avaliar a possibilidade de tirar um cochilo curto antes de seguir viagem.

Ao estacionar, ele deixou espaço para que outro caminhão pudesse sair sem dificuldade. A cena mostrou uma prática comum entre profissionais que passam boa parte do dia em pátios apertados e precisam respeitar a movimentação dos colegas.

Naquele ponto, ainda faltavam cerca de 277 quilômetros até Montes Claros. O motorista sabia que teria pela frente a subida de Bocaiuva, trecho onde veículos pesados costumam perder velocidade, além da incerteza sobre o comportamento da embreagem novamente.

Publicidade

Comentários

0

    Sobre o autor

    Um amante de veículos pesados devido grande influência do pai. Aos 7 anos de idade o seu maior sonho era ser motorista de transporte coletivo, no entanto, no ano de 2014 ingressou em uma empresa de transporte coletivo, como jovem aprendiz onde juntamente com seu amigo de trabalho fundou o Brasil do Trecho.