
Motorista do veículo pesado contou que tentou evitar a colisão:
Um desabafo forte e dolorido marcou a vida de um caminhoneiro que se envolveu em um acidente fatal na BR-376. Após a batida que tirou a vida de uma família, ele relatou o impacto emocional que está enfrentando — “é chocante matar uma família”, disse ele em entrevistas emocionadas.
O acidente gerou comoção na comunidade local, e o motorista explicou que desde então sua vida não voltou a ser a mesma. Ele afirma ter sido tomado por culpa, angústia e medo constante. Segundo ele, a dor de saber que vidas foram perdidas pesa muito mais que qualquer consequência material.
Além disso, o caminhoneiro revelou que ainda se assusta com sons de freada e buzinas — sintomas claros de estresse pós-traumático. Em suas palavras, “não era só uma colisão; era uma parte de mim que morreu ali”. Ele destacou que a responsabilidade por carregar vidas vai muito além do volante: é um ônus emocional que, segundo ele, poucas pessoas entendem.
A tragédia também acendeu uma discussão importante sobre a necessidade de apoio psicológico para caminhoneiros envolvidos em acidentes graves. Profissionais da saúde mental alertam que condutores que sofrem acidentes fatais têm alto risco de depressão, ansiedade e até síndrome de culpa, se não receberem tratamento adequado.
Esse desabafo do caminhoneiro é um chamado para humanizar ainda mais as políticas de transporte: além de exigir rastreamento, manutenção e segurança na estrada, é urgente oferecer suporte emocional a quem dirige — para que o peso da vida não fique apenas sobre os ombros de quem transporta.
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