
Foto: Reprodução / ANTT
A Associação Brasileira da Indústria do Arroz (Abiarroz) solicitou oficialmente a suspensão temporária do novo sistema de fiscalização eletrônica da tabela de frete mínimo lançado pela ANTT. A medida foi colocada em operação em 6 de outubro de 2025, mas a entidade argumenta que a metodologia usada para calcular os valores mínimos ainda está defasada e não considera as particularidades regionais e setoriais do transporte de cargas no agronegócio.
Segundo a Abiarroz, a aplicação imediata da fiscalização automática gerou insegurança jurídica e risco para as indústrias que atuam com transporte de cargas agrícolas, como é o caso do arroz. A entidade defende que sejam realizados ajustes técnicos na fórmula de cálculo, precedidos por amplo diálogo entre transportadores, embarcadores e órgãos reguladores.
O setor aponta também que a nova tabela e a fiscalização podem elevar os custos logísticos, impactando não apenas o transporte, mas também o preço final dos alimentos. Em exemplos do setor de fertilizantes, já houve estimativas de aumento de mais de 35% no custo de transporte por conta das novas regras.
A Abiarroz afirma que permanece comprometida com a legalidade, mas reforça que espera um período de adaptação antes da plena operação do sistema eletrônico, possivelmente evitando medidas punitivas enquanto a metodologia não for revista.
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