
TV Globo/ Reprodução
A confirmação da prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro neste Sábado, 22 de novembro de 2025, provocou uma onda imediata de reações em grupos de caminhoneiros por todo o país. Embora ainda não haja bloqueios confirmados nas rodovias, a possibilidade de manifestações ganhou força desde o anúncio oficial, deixando autoridades em estado de atenção.
Em grupos de WhatsApp e redes sociais usados pela categoria, o assunto rapidamente tomou conta. Alguns motoristas defendem paralisações como forma de protesto, enquanto outros pedem prudência, temendo as consequências legais e o impacto financeiro que uma mobilização poderia causar. O clima lembra momentos anteriores de tensão política nas estradas, quando boatos ou decisões judiciais geraram atos espontâneos e descoordenados.
Apesar da movimentação virtual, especialistas afirmam que ainda é difícil prever se haverá adesão massiva. Muitos caminhoneiros, especialmente os autônomos, afirmam estar receosos de enfrentar multas, bloqueios de carga ou perda de contratos. Esse cenário pode limitar grande parte das manifestações a pequenos grupos ou pontos isolados, caso venham a ocorrer.
Mesmo assim, as forças de segurança acompanham de perto qualquer sinal de articulação. Estados que historicamente registraram mobilizações mais intensas já reforçaram o monitoramento nas principais rodovias federais e estaduais.
Por enquanto, o ambiente é de expectativa e incerteza. A prisão de Bolsonaro mexeu com a base que tradicionalmente o apoia, incluindo parte significativa dos caminhoneiros. Nos próximos dias, ficará mais claro se a mobilização ficará restrita às redes sociais ou se sairá do discurso para ganhar as estradas do país.
Esta postagem foi publicada em 22 de novembro de 2025 08:29
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