
Caminhoneiro faz desabado nas redes sociais
Essa semana , um motorista filmou um depoimento falando da pressão que vários colegas enfrentam rodando pelo Brasil. Ele contou que ficou parado por 72 horas em Paranaguá (PR), esperando carga, mas não conseguiu embarcar nada — uma vez que certas transportadoras só aceitavam veículos com nove eixos. Isso acaba excluindo os modelos menores, tipo bicaçamba, bitrem ou até o chamado quarto eixo.
Sem custo de entrega na costa, foi sem nada pra Maringá, só que mais uma vez sem carga. Apenas ao chegar em Dourados (MS) arrumou fretamento, ainda assim perdeu três dias aguardando chance.
Ao chegar na firma pra descarregar, o motorista diz que enfiaram cinco carretas “da própria empresa” na frente da fila, enquanto outros trabalhadores tinham que aguardar lá fora.
No vídeo, ele reclama de caminhoneiros que não estão apoiando o movimento por uma paralisação geral. Na visão dele, apenas se unirem é que vão evitar um começo de 2026 mais difícil pra quem vive do transporte. O motorista conta ainda que vários esperam uns cinco dias na espera pra descarregar, só que não se animam a cobrar alojamento com receio de perder o serviço. Quando é pro protesto, diz que quase ninguém interrompe o tráfego.
Esta publicação foi modificada pela última vez em 4 de dezembro de 2025 21:22
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