
Junior lider dos caminhoneiros. Foto: arquivo pessoal
A paralisação dos caminhoneiros que era apenas uma conversa de rede social mudou e agora pode ser uma paralisação gigante nos próximos dias. Na segunda, Ariovaldo de Almeida Silva Júnior, conhecido como Junior Sindicam de Ourinhos, foi atrás dos companheiros para conversar sobre a chance de cruzar os braços. Tudo ainda era incerto nesse momento; contudo, os temas em discussão pegavam pesado no dia a dia da galera que vive rodando.
Desde então, o caso viralizou em todos os portais e redes sociais. Agora, sete dias após os primeiros papos, o assunto virou mania nos grupos do WhatsApp, bate-papos em posto de gasolina e discussões soltas na internet. Motoristas espalhados por vários cantos já estão entrando nessa; alguns avisam que, caso não haja mudança até 4 de dezembro, as estradas ficarão paradas.
Júnior já tem experiência nisso. Foi um dos nomes por trás da greve de 2018, quando caminhoneiros paralisaram rodovias e pressionaram o governo a sentar pra conversar. Na ocasião, ele esteve no meio das negociações que resultaram em avanços reais – ajuste no valor do diesel, frete com piso definido, liberação do eixo extra e fim de várias multas impostas naqueles dias. O documento oficial desse acerto ainda rola entre colegas nas estradas, mostrando o que realmente foi alcançado.
Agora diz que a classe tá na mão. “Tá tudo vago, só promessa vazia. Chega”, soltou. Na visão dele, vários motoristas têm contas para pagar, não se sentem seguros nas estradas nem veem mudança de verdade por perto.
Tem quem diga que a paralisação tá garantida. Já outros acham que o governo ainda pode puxar uma negociação no último minuto. Só não tem jeito: o tema tomou conta do país, igualzinho ao que rolou em 2018.
E aí? Nesse contexto, será que vale apoiar outra greve dos caminhoneiros?
Esta publicação foi modificada pela última vez em 2 de dezembro de 2025 10:03
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