
O biólogo, apresentador e aventureiro Richard Rasmussen foi recebido com aplausos e reconhecimento em Manaus (AM) após completar uma travessia pela Rodovia Transamazônica. Mas além de comemorar a conquista, ele usou o momento para fazer uma crítica contundente às condições das estradas brasileiras.
Durante o evento de celebração da chegada em Manaus, Richard ressaltou que a Transamazônica — um dos principais corredores rodoviários do Norte do país — enfrenta problemas estruturais sérios que refletem uma realidade comum em muitas rodovias brasileiras.
Segundo ele, trechos da estrada apresentam trepidações excessivas, buracos, falta de sinalização adequada e pontos de lama que dificultam a passagem de veículos de transporte pesado, como caminhões e carretas. Richard destacou que essas condições não só representam riscos para os motoristas, mas também elevam custos de manutenção de veículos e atrasam o transporte de mercadorias.
“Não é apenas sobre aventura. É sobre a vida real de quem depende dessas estradas para trabalhar, para levar alimento, combustível e produtos essenciais”, declarou Rasmussen durante a recepção em Manaus. Ele afirmou que enfrentar a Transamazônica é um privilégio para quem busca superação, mas também uma oportunidade de chamar atenção para as falhas na infraestrutura de transporte no Brasil.
A Transamazônica é uma rodovia extensa, que atravessa estados como Pará, Amazonas, Tocantins e Maranhão, e serve como rota importante para escoamento de produção agrícola, logística de cargas e ligação de regiões que dependem do transporte rodoviário. Mesmo assim, muitos de seus trechos permanecem em condições precárias, especialmente durante períodos de chuva, quando lama e erosões tornam o tráfego ainda mais difícil.
A crítica de Richard Rasmussen repercutiu entre caminhoneiros, moradores das regiões por onde a estrada passa e internautas, que comentaram sobre a necessidade urgente de investimentos e manutenção.
Para muitos motoristas profissionais, as palavras de Rasmussen refletem vivências do dia a dia nas estradas brasileiras — uma rotina que exige atenção constante por causa de buracos, falta de acostamento seguro, sinalização deficiente e trechos desgastados.
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