
Caminhoneiro retirando o insulfilmdo vidro. Foto: criada com IA
Já está valendo em todo o Brasil a nova resolução do Contran que muda as regras sobre o uso de insulfilme nos carros. A norma traz pequenas flexibilizações, mas também cria novos pontos de atenção que podem gerar multa para motoristas desatentos.
A principal mudança é no para-brisa dianteiro. Antes, o vidro precisava ter pelo menos 75% de transparência. Agora, o limite caiu para 70%, permitindo uma película um pouco mais escura na parte da frente do carro.
Apesar disso, a resolução ficou mais rígida em outros pontos. A partir de agora, se o insulfilme do para-brisa ou dos vidros laterais dianteiros apresentar bolhas, falhas, distorções ou qualquer defeito que atrapalhe a visão do motorista, o veículo pode ser considerado irregular e o condutor pode ser multado.
Esses vidros são classificados como “essenciais para a condução” e precisam estar sempre em boas condições de visibilidade.
Outro ponto importante é que veículos com vidros escurecidos de fábrica, como os vidros esverdeados, podem ter restrições para aplicação de película por cima, já que isso pode reduzir ainda mais a passagem de luz.
Já os vidros traseiros podem ter maior nível de escurecimento, desde que o carro tenha retrovisores externos dos dois lados, o que permite ao motorista manter a visibilidade mesmo sem enxergar pelo vidro de trás.
Muitos motoristas usam o insulfilme não só para conforto térmico, mas também por segurança, já que a película dificulta a visualização do interior do carro por pessoas do lado de fora. A nova regra não proíbe isso, mas exige que o uso esteja dentro dos padrões e que a película esteja bem instalada e conservada.
Para evitar problemas, especialistas recomendam que o motorista confira se a película escolhida respeita o índice de transparência exigido, exija certificado do produto e da instalação, e fique atento ao surgimento de bolhas ou desgastes com o tempo.
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Esta publicação foi modificada pela última vez em 24 de maio de 2026 08:53
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