Estudo aponta que caminhoneiros tem dificuldades para manter sua relação
62% dos caminhoneiros usam aplicativos de namoro, revela pesquisa.
O estudo também revelou que os profissionais da estrada enfrentam dificuldades em seus relacionamentos devido à profissão.
Uma pesquisa realizada pela companhia de seguros americana JW Surety Bonds com 324 caminhoneiros revelou que a maioria dos profissionais enfrenta dificuldades em seus relacionamentos amorosos devido à profissão. Dos entrevistados pela pesquisa, 77% disseram estar em um relacionamento sério e 23% eram solteiros.
Os longos dias passados na estrada são o principal obstáculo para manter relacionamentos com filhos e esposas. Eles afirmaram que passam em média 11 dias por mês com seus parceiros, e 46% deles relataram perder frequentemente eventos importantes devido ao trabalho na estrada.
Principais dados da pesquisa:
- 90% dos caminhoneiros consideram um desafio formar e manter relacionamentos devido à sua profissão.
- Entre os caminhoneiros solteiros, apenas 43% estão buscando um relacionamento amoroso.
- 53% dos caminhoneiros em relacionamento sério fazem um esforço para manter a conexão com seus parceiros por meio de videochamadas.
- 62% dos profissionais usam aplicativos de namoro, como o Tinder, por exemplo.
- 2 em cada 3 caminhoneiros terminaram um relacionamento devido às tensões causadas por sua carreira.
- Quase 1 em cada 3 consideram mudar de profissão pelo bem de suas vidas amorosas.
- 42% dos motoristas acreditam que ficarão solteiros para sempre.
Essa pesquisa é reveladora, pois destaca um importante aspecto da vida dos caminhoneiros que muitas vezes passa despercebido. Os desafios enfrentados em seus relacionamentos familiares e amorosos, devido às longas horas de trabalho e às constantes viagens, podem ter um impacto significativo na qualidade de vida desses profissionais e de seus parceiros.
É fundamental considerar esses resultados ao discutir políticas de suporte e bem-estar para esse público, visando melhorar sua qualidade de vida e seus relacionamentos.
Comentários
0