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MP do frete entra na reta final e pode gerar grande mudanças nas regras.

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Estratégias de sucesso no mundo dos fretes: um relato do dia a dia

A Medida Provisória do frete mínimo entrou na reta final no Congresso e agora virou uma verdadeira disputa por mudanças nas regras.

Deputados e senadores estão correndo para apresentar emendas, que são alterações no texto original, tentando ajustar pontos que ainda geram discussão no setor de transporte.

A MP já trouxe mudanças fortes, como multas que podem chegar até R$ 10 milhões para quem pagar frete abaixo do piso e até suspensão do direito de operar em casos mais graves.

Outro ponto importante é o controle mais rígido. Agora, todo frete precisa ter o CIOT, e se o valor estiver abaixo do mínimo, o sistema pode bloquear a operação antes mesmo do caminhão sair.

Com isso, o texto começou a gerar pressão de vários lados. Transportadoras e empresas querem ajustes para não aumentar ainda mais os custos, enquanto caminhoneiros defendem regras mais duras para garantir renda mínima.

A preocupação das empresas é clara: com o diesel alto, qualquer aumento de custo acaba sendo repassado para o frete, o que pode impactar toda a cadeia logística. Em alguns casos, o combustível já representa até metade do valor do frete.

Enquanto isso, o governo tenta manter o equilíbrio, defendendo que a medida traz mais segurança para os caminhoneiros e evita abusos no pagamento.

A MP tem validade inicial de 60 dias e precisa ser aprovada pelo Congresso para virar lei definitiva. Até lá, o texto ainda pode mudar bastante dependendo das emendas que forem aprovadas.

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    Sobre o autor

    Nascido em Ceilândia e criado no interior de Goiás, sou especialista em transporte terrestre e formado em Logística. Com ampla experiência no setor, dedico-me a aprimorar processos de transporte e logística, buscando soluções eficientes para o setor.