Caminhoneiro

Caminhoneiro perde valor na estrada e novos profissionais pensam duas vezes antes de entrar na boleia

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Caminhoneiro perde valor na estrada e novos profissionais pensam duas vezes antes de entrar na boleia

Com frete apertado, custos altos e pouca valorização, a profissão que já foi sonho de muita gente hoje assusta quem pensa em começar.

Desvalorização do caminhoneiro pesa na estrada

A desvalorização do caminhoneiro vem crescendo com o passar dos anos e isso tem deixado muita gente desanimada. Quem vive da estrada sabe que não é só pegar o caminhão e rodar. Tem diesel caro, manutenção pesada, pneu, pedágio, alimentação fora de casa e muita espera para carregar ou descarregar.

Novos profissionais olham para a profissão com medo

Muitos jovens que antes viam o caminhão como uma chance de vida melhor hoje pensam duas vezes. A rotina é cansativa, o tempo longe da família é grande e o lucro nem sempre acompanha o esforço. O caminhoneiro roda muito, enfrenta risco na estrada e ainda precisa lidar com frete que muitas vezes mal cobre os custos.

A estrada ficou mais pesada para quem vive do volante

O problema é que, quando a profissão perde valor, também perde novos trabalhadores. Sem incentivo, respeito e melhor pagamento, a renovação na boleia fica cada vez mais difícil. Muita gente olha para a vida do caminhoneiro e vê esforço demais para pouco reconhecimento, mesmo sabendo que o Brasil depende do transporte rodoviário todos os dias.

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    Sobre o autor

    Um amante de veículos pesados devido grande influência do pai. Aos 7 anos de idade o seu maior sonho era ser motorista de transporte coletivo, no entanto, no ano de 2014 ingressou em uma empresa de transporte coletivo, como jovem aprendiz onde juntamente com seu amigo de trabalho fundou o Brasil do Trecho.