R$ 50 na estrada já não rendem como antes: veja o que um caminhoneiro consegue comprar hoje

Há alguns anos, R$ 50 eram suficientes para abastecer a barriga e ainda sobrava dinheiro para um café. Hoje, a realidade é bem diferente para quem vive na estrada.
Em muitos postos de combustível, uma marmita simples já custa entre R$ 35 e R$ 50. Em alguns locais, principalmente nas rodovias mais movimentadas, o preço passa dos R$ 60, dependendo do tamanho da refeição e da região.
Na prática, quem sai para viajar com apenas R$ 50 no bolso precisa fazer contas. Se gastar tudo no almoço, pode ficar sem dinheiro para um café, um refrigerante ou até uma água durante o restante da viagem.
O aumento dos preços também pesa na compra de itens básicos. Um café com pão de queijo, um salgado e um refrigerante podem ultrapassar R$ 30 em alguns postos. Somando um banho pago, estacionamento e outras despesas do dia, o dinheiro desaparece rapidamente.

Essa situação tem levado muitos caminhoneiros a preparar comida em casa antes da viagem, carregar marmitas em caixas térmicas ou cozinhar dentro da cabine para reduzir os gastos. Outros preferem procurar restaurantes mais afastados das rodovias, onde os preços costumam ser menores.
Para quem depende do frete para pagar as contas, economizar na alimentação virou parte da rotina. O problema é que nem sempre existe opção. Em vários trechos das estradas brasileiras, o motorista encontra apenas um posto para parar, ficando sem alternativa para escolher onde comer.
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