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Caminhoneiro

Caminhoneiro paga R$ 2,2 mil a advogada, perde ação e cobra explicações

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Caminhoneiro paga R$ 2,2 mil a advogada, perde ação e cobra explicações
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Um caminhoneiro identificado como Davi está questionando o serviço prestado por uma advogada contratada para representá-lo em um processo. Ele afirma que pagou R$ 2,2 mil em honorários, perdeu a ação e ainda foi condenado a arcar com as custas processuais.

A contratação aconteceu em fevereiro de 2024, após Davi sair do Fórum de São Vicente, no litoral de São Paulo. Ele havia perdido uma ação relacionada à compra de um caminhão e queria recorrer da decisão.

O contrato foi fechado em R$ 2,8 mil. O motorista pagou R$ 1 mil no mesmo dia e depois quitou duas parcelas de R$ 600. Segundo ele, o contato com a profissional foi interrompido antes do fim do caso.

Davi conta que procurou o fórum e descobriu que um documento continuava pendente. Na versão apresentada pelo caminhoneiro, ele não foi avisado sobre a necessidade de entregar esse material. A sentença desfavorável, com a cobrança das custas do processo, foi publicada em março.

O motorista registrou uma reclamação na Ordem dos Advogados do Brasil e pede a devolução do valor pago. A OAB de São Paulo informou que as denúncias são analisadas pelo Tribunal de Ética e Disciplina, mas os processos correm em sigilo.

A defesa da advogada apresenta outra versão. O advogado afirma que o escritório tentou falar com Davi várias vezes para solicitar documentos, mas não recebeu resposta. Ele também diz que uma carta enviada ao endereço fornecido retornou porque o número do imóvel estaria incorreto.

Ainda segundo a defesa, a advogada pediu à Justiça que outros órgãos fossem consultados para localizar o caminhoneiro, mas a solicitação foi negada. O juiz encerrou o processo e determinou o cumprimento da sentença. A OAB de São Vicente declarou que não comenta casos envolvendo advogados.

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    Sobre o autor

    Um amante de veículos pesados devido grande influência do pai. Aos 7 anos de idade o seu maior sonho era ser motorista de transporte coletivo, no entanto, no ano de 2014 ingressou em uma empresa de transporte coletivo, como jovem aprendiz onde juntamente com seu amigo de trabalho fundou o Brasil do Trecho.