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Caminhoneiro

Perseguição? caminhoneiro para para tomar café e fiscalização termina em várias multas

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Perseguição caminhoneiro para para tomar café e fiscalização termina em várias multas
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Um vídeo gravado por um caminhoneiro perto de Jundiaí, no interior de São Paulo, mostra uma fiscalização que começou enquanto ele preparava café ao lado do caminhão. Nas imagens, o motorista afirma que havia parado no acostamento e reclama da chegada de um policial rodoviário que estava em uma base do outro lado da pista.

O vídeo passou a circular nas redes sociais com opiniões divididas entre quem critica a fiscalização e quem aponta que o acostamento não deve ser usado como área comum de descanso rápido.

Durante a conversa, o agente pede que o caminhão seja levado para vistoria e avisa que poderia processar o motorista caso sua imagem fosse publicada. O caminhoneiro responde que estava filmando um servidor uniformizado durante o trabalho e diz ter direito de registrar a abordagem.

A discussão segue sem gritos mais fortes, mas o clima fica tenso. O policial orienta o condutor a retirar o veículo do local e menciona possíveis irregularidades. Depois, o caminhoneiro exibe papéis que seriam autos de infração e acusa o agente de perseguição contra a categoria.

Uma das autuações, segundo o relato do motorista, teria sido aplicada por pneu careca. Ele aponta a câmera para os pneus e afirma que todos estavam novos. A gravação, porém, não permite confirmar o estado técnico dos pneus nem mostra com clareza quais infrações foram registradas.

Outro ponto do vídeo é a parada para fazer café. O Código de Trânsito Brasileiro define o acostamento como parte da via destinada à parada ou ao estacionamento em situação de emergência, além do uso por pedestres e bicicletas quando não existe local adequado. Assim, parar apenas para preparar café pode gerar fiscalização, dependendo do local, da sinalização e das condições encontradas pelo agente.

A fala sobre a proibição de filmar também exige cuidado. A Constituição garante a manifestação do pensamento e a liberdade de comunicação, mas protege a honra, a intimidade e a imagem das pessoas. Gravar uma atuação pública não dá autorização para editar o conteúdo de forma enganosa, fazer acusações sem prova ou expor dados pessoais sem necessidade.

No fim da gravação, o caminhoneiro diz que estava no sentido de Jundiaí, mostra a base policial e repete que o agente atravessou a rodovia apenas para prejudicá-lo. Não há, na legenda fornecida, informação sobre a data do episódio, o número das multas, a rodovia exata ou uma manifestação oficial do órgão responsável pela fiscalização.

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    Sobre o autor

    Um amante de veículos pesados devido grande influência do pai. Aos 7 anos de idade o seu maior sonho era ser motorista de transporte coletivo, no entanto, no ano de 2014 ingressou em uma empresa de transporte coletivo, como jovem aprendiz onde juntamente com seu amigo de trabalho fundou o Brasil do Trecho.