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Disputa apertada: Lula e Flávio ficam 12 a 12 no mapa eleitoral

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Disputa apertada: Lula e Flávio ficam 12 a 12 no mapa eleitoral
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O mapa das pesquisas estaduais mostra uma divisão quase perfeita entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). Na rodada mais recente da Quaest, realizada em 24 estados e no Distrito Federal, Lula aparece numericamente na frente em 12 unidades da Federação, enquanto Flávio também fica à frente em 12. Goiás é a exceção: Ronaldo Caiado (PSD) aparece na primeira colocação. A contagem não é uma avaliação ou ranking dos candidatos, mas apenas uma consolidação dos resultados publicados por pesquisas de terceiros.

Há um detalhe importante. Como o Distrito Federal não é um estado, olhando apenas os estados, Flávio aparece à frente em 12, Lula em 11 e Caiado em 1. Lula, porém, também tem o maior percentual no Distrito Federal, chegando ao placar de 12 a 12 entre Lula e Flávio quando consideradas as unidades da Federação pesquisadas.

Lula registra a maior intenção de voto entre os dois no Maranhão, Rio Grande do Norte, Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Tocantins, Amazonas, Amapá, Sergipe, Bahia e Pará, além do Distrito Federal. No Pará, último levantamento divulgado nessa rodada, Lula marcou 37% no cenário sem Pablo Marçal, contra 29% de Flávio.

Flávio, por sua vez, aparece numericamente à frente no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Minas Gerais, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Rondônia, Rio de Janeiro, Acre, Roraima e Espírito Santo. No Acre, por exemplo, a Quaest registrou 42% para Flávio e 25% para Lula. Em Roraima, foram 52% contra 17%.

Goiás apresenta uma configuração diferente. Ronaldo Caiado aparece com 32%, Flávio Bolsonaro registra 27% e Lula soma 20%. Assim, o estado não entra na conta das lideranças de Lula ou Flávio, embora Flávio tenha percentual maior que Lula naquele levantamento.

O placar de 12 a 12 também precisa ser lido com cuidado. Em estados como São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, a diferença entre Lula e Flávio é pequena e fica dentro da margem de erro. Em São Paulo, são 30% para Flávio e 29% para Lula; em Minas, 31% a 30%; e no Rio, 31% a 29%. Nesses casos, há empate técnico, mesmo existindo uma liderança numérica.

A rodada da Quaest foi feita presencialmente. As margens de erro são de três pontos percentuais na maior parte das UFs e de dois pontos em São Paulo, com nível de confiança de 95%. Os levantamentos foram encomendados pela Rede Globo e afiliadas e possuem registros específicos na Justiça Eleitoral para cada unidade pesquisada. A rodada incluiu protocolos como BR-09818/2026 em São Paulo, BR-03761/2026 em Minas Gerais, BR-07810/2026 na Bahia e BR-05309/2026 no Pará. Ceará e Piauí ficaram fora dessa leva, razão pela qual o recorte não cobre as 27 UFs em uma única rodada do mesmo instituto.

Já a pesquisa Vox Brasil citada no link original é nacional e não apresenta resultados suficientes para calcular quem lidera em cada estado. Nela, Lula aparece com 37,1% no primeiro turno e Flávio Bolsonaro com 34,8%, diferença dentro da margem de erro. No confronto direto de segundo turno, Flávio registra 45,1% e Lula 44,5%, também em empate técnico.

A Vox Brasil entrevistou presencialmente 2.100 eleitores entre 25 e 27 de agosto de 2026. A margem de erro é de 2,15 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no TSE sob o número BR-05519/2026, custou R$ 50 mil e foi financiada com recursos próprios do Instituto Vox Brasil, responsável pela execução e contratação do levantamento.

Os números aparecem em uma campanha em que temas ligados à economia, crédito, financiamento, agronegócio, logística, tecnologia, seguros e indústria automotiva também disputam espaço nas propostas apresentadas ao eleitorado. As pesquisas representam a intenção declarada no período das entrevistas e não significam resultado antecipado das urnas.

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Sobre o autor

Um amante de veículos pesados devido grande influência do pai. Aos 7 anos de idade o seu maior sonho era ser motorista de transporte coletivo, no entanto, no ano de 2014 ingressou em uma empresa de transporte coletivo, como jovem aprendiz onde juntamente com seu amigo de trabalho fundou o Brasil do Trecho.