Datafolha divulga nova pesquisa hoje após Lula marcar 39% e Flávio 35%
Uma nova fotografia da corrida pela Presidência da República será conhecida nesta quinta-feira, 17 de setembro. O Datafolha divulga uma nova rodada da pesquisa nacional de intenção de voto para as eleições de 2026.
O levantamento ouviu 2.002 eleitores entre os dias 15 e 17 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança informado é de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-04029/2026.
As entrevistas são presenciais, feitas em pontos de fluxo populacional, com eleitores das cinco regiões do país. Além das intenções de voto para o primeiro turno, o levantamento mede cenários de segundo turno, rejeição e avaliação do governo federal.
A pesquisa foi encomendada pela Empresa Folha da Manhã, responsável pela Folha de S.Paulo, e pela Globo Comunicação e Participações. O custo registrado é de R$ 307.641,60, com recursos dos grupos contratantes. A execução é do Datafolha.
Os números da nova rodada ainda não haviam sido divulgados na manhã desta quinta-feira. A Folha informou que os resultados serão apresentados e comentados a partir das 19h15.
Na pesquisa anterior do Datafolha, divulgada em 11 de setembro, Lula (PT) aparecia com 39% das intenções de voto no primeiro turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) registrava 35%. Augusto Cury (Avante) tinha 6%, Ronaldo Caiado (PSD) marcava 4%, Renan Santos (Missão) aparecia com 3% e Romeu Zema (Novo), com 2%.
Na simulação de segundo turno daquela rodada, Lula tinha 46%, ante 44% de Flávio Bolsonaro. A diferença estava dentro da margem de erro informada pelo instituto.
A nova rodada também ocorre em um período de forte movimentação política e econômica. O questionário inclui temas recentes do debate nacional e busca medir se acontecimentos políticos influenciam a decisão do eleitor. Também serão avaliados o grau de decisão do voto e a possibilidade de mudança até a eleição.
Pesquisas eleitorais mostram a opinião dos entrevistados durante o período em que o levantamento é realizado. Elas não representam uma previsão do resultado da eleição. O próprio TSE exige o registro prévio de informações como metodologia, financiamento, contratante, margem de erro e plano amostral para pesquisas destinadas à divulgação pública.
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