
Foto: Ilustrativa
Um caminhoneiro abriu um processo contra a empresa que trabalhava pelo não pagamento das horas extras e outros benefícios ao profissional.
A quarta turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) vai analisar os relatórios de controle de ronda apresentados pela Apple – Beneficiamento e Logística Ltda da cidade de Brasília, DF.
Com o novo fato, o processo voltará ao TRT para reanálise do recurso da empresa sobre as horas extras.
O caminhoneiro alegou que trabalhava em média 19 horas por dia, principalmente de 4h a 0h. Ele pede pagamento das horas extras, adicional noturno e demais benefícios.
O ministro Alexandre Ramos destaca que o TST considera sinais captados pelo GPS que diferentemente do tacógrafo, permite a transmissão de dados e a localização exata do veículo, inclusive o tempo que ele trafegava e que permaneceu parado.
Redação – Brasil do Trecho
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