
Foto: Arquivo pessoal
O representante de uma das principais associações de caminhoneiros no país, Plínio Nestor Dias, líder do Conselho Nacional do Transporte Rodoviário de Cargas (CNTRC), alega que nos dias atuais os caminhoneiros estão pagando para trabalhar.
Ele afirmou que no mês anterior fez uma viagem onde foi recompensado com R$ 5.400,00 para ir e voltar, entretanto seu gasto foi muito maior, R$ 6.800,00 tendo o combustível como maior custo R$ 3.440,00.
Para não ficar parado em um posto na cidade de Anápolis, Goiás, precisou recorrer a sua esposa para retornar a sua casa.
“Eu não tinha nada. Se ela não me mandasse o dinheiro, eu teria que dormir ali e esperar alguém me salvar. O meu lucro dessa viagem foi zero e querem me falar ainda de auxílio-diesel de R$ 400? Isso não é nem um salário mínimo”, disse Plínio.
Ele contou sobre o auxílio diesel mencionado pelo Governo Federal nas últimas semanas, o projeto parece que não vai vingar depois da má repercussão que teve no meio caminhoneiro pelo valor ser apenas R$ 400,00.
Redação – Brasil do Trecho
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