
Foto: Reprodução / Arquivo Jornal Ibiá
Em novos levantamentos realizados pelo índice Fretebras do preço do frete (IFPF) demonstram que o frete rodoviário terrestre teve aumento de 1,96% diferente do longo aumento do diesel que disparou com percentuais de 41,48%.
O índice foi divulgado nesta terça-feira(29) e escancara a profundidade entre os gastos e os lucros dos caminhoneiros nos últimos tempos.
Enquanto o valor do frete se manteve praticamente estável, uma das principais despesas dos caminhoneiros teve altas demasiadas, provocando um verdadeiro rombo no bolso dos usuários das estradas.
O Brasil se encontra com preço médio por quilômetro por eixo de R$ 1,01 sendo em alguns lugares como na região centro-oeste chegando a custar R$ 0,97. Em contrapartida o diesel nessa mesma região alcançou 0,92% de alta.
Um verdadeiro englobamento de problemas, como o frete baixo, a alta do diesel, períodos chuvosos e precariedade das estradas trouxeram queda no volume de veículos disponíveis na plataforma de fretes, mesmo com a quantidade de pedidos terem aumentado.
Uma solução viável não existe até o momento para suprir o valor exorbitante do diesel na planilha financeira dos caminhoneiros. Qual será o destino da categoria?
Redação – Brasil do Trecho
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