
Foto: Reprodução / Estradão
O programa do governo federal, que tinha como objetivo incentivar a compra de ônibus e caminhões, utilizou apenas 32% dos recursos distribuídos para impulsionar a indústria e promover a renovação da frota.
Foram disponibilizados 1 bilhão de reais; no entanto, somente 320 milhões de reais foram utilizados em créditos tributários para financiar o programa de renovação de frota.
Para participar do programa, o proprietário do veículo deveria entregar caminhões ou ônibus com mais de 20 anos de uso como sucata e, em troca, receberia um desconto de R$ 33 mil a R$ 100 mil na compra de um veículo novo.
O problema é que o programa teve adesão limitada. Mesmo incentivando os caminhoneiros a entregar veículos antigos para empresas de transporte interessadas em participar da renovação da frota, o programa não conseguiu ganhar impulso.
Um caminhoneiro autônomo, com um auxílio entre R$ 33 mil e R$ 100 mil, ainda não teria dinheiro suficiente para comprar um caminhão novo, cujo preço varia de R$ 350 mil a 1 milhão de reais.
Mesmo ao adquirir o veículo mais barato, o caminhoneiro teria que desembolsar pelo menos R$ 250 mil, mesmo com o auxílio do programa do governo, o que se mostra uma situação inviável para muitos proprietários de veículos.
Foram utilizados 190 milhões para a compra de ônibus e 130 milhões para a compra de caminhões, deixando ainda 68% do subsídio sem uso.
Segundo especialistas, o programa se tornou inviável, especialmente para caminhoneiros autônomos que não possuem recursos suficientes para adquirir um novo veículo, mesmo com o auxílio do governo federal, que não chega a representar metade do valor dos caminhões ou ônibus.
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