
Foto: Reprodução / automotivebusiness
O público já pode conhecer, na Fenatran, todas as mudanças da linha 2025 da Volvo, lançada em setembro. E um dos modelos é o FH 6×2 com pacote Aero. Na parte externa, a Volvo promoveu alterações para aprimorar a aerodinâmica do caminhão para economizar combustível. O caminhão também ficou mais bonito e com design mais moderno e a logomarca Volvo ficou maior e mais visível, bem como o famoso letreiro Globetrotter.
O modelo tem um pacote Aero. Além de todas as melhorias de aerodinâmica –frestas tampadas, vedações onde havia turbulência de ar – o pacote Aero traz um pacote completo de defletores de teto, lateral e chassis, há a aproximação entre cavalo e a carreta para que o ar não entre logo atrás da cabine gerando turbulência.
A ideia é deixar o caminhão rolar mais facilmente na pista para ter mais inércia e economizar combustível. Para isso, o modelo não tem para-sol, tem, na parte de baixo, um spoiler direcionador de ar.
Esse é o FH 6×2 na versão B100, biodiesel 100%. A motorização desse caminhão aceita 100% de biodiesel. Porém, ele é Flex. O que isso significa? A engenharia da marca criou um sistema que reconhece a quantidade, a porcentagem de biodiesel que está no tanque. Então, o abastecimento pode ser feito com o diesel nos postos de serviço, que são B14, 14% de biodiesel quanto abastecer com 100% de biodiesel. Essa mistura pode ser feita naturalmente.
As diferenças entre esse modelo e o biodiesel comum são as ligações do tanque com o motor na parte das conexões de borracha, tubulações, as vedações com os quais o biodiesel tem contato e, principalmente, a grande diferença está no catalisador, para que seja possível tratar todas as emissões geradas pelo biodiesel. O catalisador, além do filtro DPS, que pode ser trocado, tem o filtro DOC, que trata os hidrocarbonetos, também pode ser trocado. E que pode detectar
A grande tecnologia, por ser Flex, está no software que engenharia criou e que consegue identificar a mistura do biodiesel com o diesel normal e fazer o acerto da injeção a partir de vários mapas de injeção que contemplam a porcentagem de biodiesel no tanque. Então, o mapa adequado é selecionado pelo software para fazer a injeção naquele momento garantindo, assim, as emissões Euro 6 aqui no Brasil.
Esse modelo B100 consegue reduzir de 70% a 90% a emissão de CO2, um aspecto importante e as empresas que têm ESG na governança estão buscando esse objetivo. Essa é a opção que a Volvo oferece para fazer a redução de CO2. E, havendo interesse, há um processo interno que é feito junto ao governo para o recebimento, logística e abastecimento do biodiesel até o tanque do caminhão e, com a Volvo, é feita a validação da qualidade do biodiesel para garantir que o caminhão funcione corretamente.
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